Seungyea Park nasceu na Coréia do Sul em 1974. Depois
de se formar no ensino médio, ela se mudou para os EUA e se formou BFA em Southampton College da Universidade de Long Island e, em
seguida, completou um MFA no CW Post Campus da Universidade de Long Island, em 2002. Ela então voltou para a Coréia do Sul.
A maioria de suas obras são retratos.
Até 2009, Seungyea trabalhou principalmente em acrílico, mas depois passou a usar caneta e acrílico sobre papel sem ácido.
Um
cervo fêmea é parte de uma série de retratos que Park utiliza para
abordar o tema da "monstruosidade" causada pelo medo em nosso mundo
interior. No
momento em que o 'eu' dentro de nós enfrenta o 'eu' fora de nós, eles
tentam evitar, esconder e negar o outro, considerando o outro um
'monstro.' Park acredita que a verdadeira natureza do medo é, talvez,
como uma evasão de
algo inexistente, e por retratar a monstruosidade pode ser
capaz de acostumar-se com ela e, assim, erradicar todos os sentimentos
de medo.
A obra de Park tem destaque em várias exposições individuais e coletivas na Coréia e os EUA. Suas obras também são destaque na coleção do Museu Nacional de Arte Contemporânea, na Coréia. Em 2010 ela foi selecionada tanto para o prêmio Artist e Young Artist pelo Espaço Hyun Art e Shinhan Gallery respectivamente. Em 2011ela foi finalista do Sovereign Art Asian Prize.
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domingo, 11 de agosto de 2013
Seungyea Park
Seungyea Park, nascida na Coréia, ao se formar no colegial se muda para New York, USA. Recebe o BFA (Bachelor of Fine Arts) at Southampton Longisland University e MFA (Master of Fine Arts ) no C.W.Post Longisland University. Atualmente reside em Seoul, capital da Coréia do Sul, recebeu fundos governamentais da cidade entre 2010-2012; tem várias exposições no currículo, está trabalhando no National art studio of Korea.
Seus trabalhos abordam a monstruosidade e o medo, algo subjetivo, os efeitos surrealistas retratam criaturas, talvez, de um mundo interior, ou uma visão do mundo onde todos somos monstruosos. Em seu discurso vê o medo e o horror como dispositivos universais para manter os sistemas sociais e as visíveis injustiças. O caráter psicológico aparente e suas proposições sobre o medo nos questionam sobre o modo de vida que levamos o que consideramos, a monstruosidade como que um reflexo de nosso próprio ser, do que temos medo? O homem o ser vivo mais perigoso e inconsequente deste planeta ergue arranha-céus, move montanhas e destrói meio planeta para se auto-afirmar, ainda assim tem medo. Teremos medo de nossa própria natureza desregrada de viver?
National art studio of Korea
http://www.artstudio.or.kr/ver02/main/main.jsp
site do artista
http://spunkyzoe.blog.me/
quinta-feira, 8 de agosto de 2013
Crânio, pra falar de grafite
Outro vídeo a contextualizar o universo da arte, preciosos comentários:
“A paixão de pintar pela cidade é o que me marca. Passar por determinado lugar e ver um desenho seu, com pessoas ao redor admirando o trabalho não tem preço”, explica. Segundo o artista, há onze anos o personagem urbano foi criado. “O índio na cidade, representado pelo grafite, faz um contraste bem legal com a cidade”.
O flickr com mais imagens para ilustrar o talento:
http://www.flickr.com/photos/cranioartes/
“A paixão de pintar pela cidade é o que me marca. Passar por determinado lugar e ver um desenho seu, com pessoas ao redor admirando o trabalho não tem preço”, explica. Segundo o artista, há onze anos o personagem urbano foi criado. “O índio na cidade, representado pelo grafite, faz um contraste bem legal com a cidade”.
O flickr com mais imagens para ilustrar o talento:
http://www.flickr.com/photos/cranioartes/
Jhoão Henr, pra falar de grafite...
Pra quem buscar entender melhor o que é arte, ou os porquês de sair por ai pintando, ou o que pensam esses artistas que estão ali presentes nas ruas no cotidiano da cidade. Os vídeos oferecem uma oportunidade de conhecer o processo desses caras, a ação, o que é muito interessante, além de que, Jhoão é um rapaz inteligente e faz alguns comentários muito interessantes sobre esse universo da arte.
Os benditos vídeos:
Mais fotos dos trabalhos no flickr do rapaz:
http://www.flickr.com/people/jh33/
segunda-feira, 30 de abril de 2012
Sofia Borges
Série retratos e auto-retratos, 2007
fotografia digital, impressão lightjet (lambda durst) s/ papel fotográfico kodak
professional endura matte, 100x150cm
fotografia digital, impressão lightjet (lambda durst) s/ papel fotográfico kodak
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Série retratos e auto-retratos, 2007
fotografia digital, impressão lightjet (lambda durst) s/ papel fotográfico kodak
professional endura matte, 100x150cm
fotografia digital, impressão lightjet (lambda durst) s/ papel fotográfico kodak
professional endura matte, 100x150cm
Série Retratos e Auto-retratos, 2007
fotografia digital, impressão lightjet (lambda durst)
s/ papel fotográfico kodak professional endura matte, 100 x 150 cm
fotografia digital, impressão lightjet (lambda durst)
s/ papel fotográfico kodak professional endura matte, 100 x 150 cm
Série
Retratos, 2007
fotografia digital, impressão lightjet (lambda durst)
s/ papel fotográfico kodak professional endura matte, 150 x 100 cm
fotografia digital, impressão lightjet (lambda durst)
s/ papel fotográfico kodak professional endura matte, 150 x 100 cm
Série retratos, 2008
fotografia digital, impressão lightjet (lambda durst) s/ papel fotográfico kodak
professional endura matte, 100x150cm
fotografia digital, impressão lightjet (lambda durst) s/ papel fotográfico kodak
professional endura matte, 100x150cm
Fontes:
http://www.galeriavirgilio.com.br/artistas/sborges/txt/index.html
*uma reunião de textos sobre a artista
http://cineesquemanovo.wordpress.com/2011/04/27/galeria-lunara-abriga-a-exposicao-ficcoes/
http://www.galeriavirgilio.com.br/artistas/sborges.html
http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u582778.shtml
http://www.pipa.org.br/pag/artistas/sofia-borges/
http://sofiaborges.carbonmade.com/projects/3199427#1
*texto de Clarissa Diniz sobre para a exposição 'Estudo de Paisagem' (2011)
http://www.canalcontemporaneo.art.br/brasa/archives/003893.html
domingo, 15 de abril de 2012
Shaun Tan
Como já disse o Bardo do Avon, "Nosso vida é feita com a trama de nossos sonhos".
Por vezes nos encontramos tão presos a rotina que não conseguimos dar margem a imaginação, as obrigações suplantam nossa capacidade de abstrair. Desmistificando aquela idéia de que ilustração é coisa feita para as crianças, um primoroso artista, um trabalho minucioso e criativo para crianças, e adultos que ainda sabem sonhar.
"Muitas vezes as histórias mais interessantes são aqueles que nos dizem coisas que já sabemos, mas ainda não articulada em nossas mentes. Ou mais precisamente, encorajam-nos a olhar para as coisas familiares de formas diferentes, como se para lembrar-nos de seu verdadeiro significado, o modo como vivemos, as coisas que encontramos, nossa maneira de pensar e assim por diante. Olhando para o meu próprio trabalho como ilustrador, eu posso discutir como isso tem muito a ver com a combinação de várias idéias de diversas fontes para produzir resultados inesperados, muito parecido com esfregar pedras diferentes para juntas produzirem faíscas, e gradualmente trabalhando estes em chamas." - Shaun Tan
Shaun Tan (nascido em 1974 em Fremantle, Austrália) é o ilustrador e autor de livros infantis premiados como "A Árvore Vermelha" (The Red Tree) , "A Coisa Perdida" (The Lost Thing) e "A chegada" (The Arrival) - A chegada um HQ incrível que não usa texto, uma incursão só de imagens.
Desde a meninice fascinado com temas de ficção científica que envolve, fantasia, horror e mistério, cita influências de sua fase inicial, como a do seriado "The Twilight Zone" (Além da Imaginação, no Brasil; Quinta Dimensão, em Portugal), e do autor Ray Bradbury, talvez se lembrem de "Fahrenheit 451" que foi adaptada para o cinema por Truffaut.
Auto-didata, Tan tinha apenas 16 anos quando suas primeiras ilustrações apareceram na revista australiana Aurealis, 1990. Já em 1992 ele ganha seu primeiro prêmio, "L. Ron Hubbard Illustrators of the Future Contest". Nesse período (colegial) Tan já participava de um programa de estudos avançados em artes (special art program for gifted and talented students), demonstrava certa indecisão na escolha da carreira, por fim, continuou sua formação na Universidade da Austrália Ocidental , onde estudou Belas Artes, Literatura Inglês e História, em 1995 graduou-se bacharel em Artes.
Aqui vão algumas influências que ele nomeou em várias entrevistas:
- Filmes: Brasil , Yellow Submarine
- Cineastas: Tim Burton , Terry Gilliam , Stanley Kubrick , Ridley Scott
- Artistas e ilustradores: Francis Bacon , Raymond Briggs , Ron Brooks, Frederico Clemente, Joseph Cornell , Giorgio de Chirico , Milton Glaser , Edward Gorey , John Olsen , Michael Leunig , Rene Magritte , Sidney Nolan , Gerald Scarfe , Katsushika Hokusai , J. Otto Siebold , Peter Sis , Lane Smith , Ralph Steadman , Arthur Streeton , Brett Whiteley , Fred Williams , Chris Van Allsburg
- Outros: pinturas em galerias ", um arranjo de nuvens, um efeito de iluminação, uma foto em um jornal, ou mesmo um encanamento no supermercado", incidentes, texturas e composições acidentais criadas por objetos, posters, coisas de outras culturas e tempos, arte polonesa, ruas, nuvens, piadas, momentos do dia, pessoas, animais, a forma que a tinta escorre numa tela, ou as cores que se misturam.
Processo Artístico
"Eu não acho que tenho sempre pintado uma imagem como uma reprodução do que estou vendo, mesmo quando estou trabalhando em frente a ela. Estou sempre tentando criar um paralelo equivalente ". (''I don't think I've ever painted an image as a reproduction of what I'm seeing,
even when I'm working in front of it.
I'm always trying to create some kind of parallel equivalent.")
Em seu processo de criação Tan esboça seus trabalhos continuamente, variando as versões, adicionando e removendo partes. Por vezes utiliza o recorte-colagem para esta finalidade nesses primeiros estágios; muitas das vezes esse processo se extende e suas produções finais contêm materiais diversos, tais como o vidro, metal, recortes de outros livros e insetos mortos.
O artista diz que seu processo é lento, que ele revisa-o ao longo do processo.
Fontes:
*textos do artista:
sexta-feira, 6 de abril de 2012
Jeremy Geddes
| O pintor, nascido na Nova Zelândia (agora residente de Melbourne – Australia), formou-se em Belas Artes pelo Victorian College of the Arts de Melbourne. Envolvido com arte desde os anos 90, em 2003 tornou-se diretor de arte de games e, resolveu voltar à pintura. Inspirado por Edward Hopper, Geddes investe num hiperrealismo técnico e um surrealismo lírico. Segundo o próprio artista, suas pinturas tem livre interpretação de quem as vê. |
PRÊMIOS:
Spectrum Awards - Comics - Gold Award : Doomed #4 Cover /
Client IDW / Art Director : Ashley Wood
The Crichton Award Shortlist - The Mystery of Eilean Mor
/ text by Gary Crew. Lothian
CBC Noteable Books 2006 - The Mystery of Eilean Mor /
text by Gary Crew. Lothian
The Aurealis Awards 2005 Shortlist - The Mystery of
Eilean Mor / text by Gary Crew. Lothian
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